Pesquisar este blog

Muita luz e bençãos à todos.

NÃO CONSUMA ERVAS E ALIMENTOS SEM ORIENTAÇÃO DE UM PROFISSIONAL.

Gostaria de pedir que caso algum autor não queira que seu texto seja postado aqui, por favor, é só comunicar e será retirado imediatamente.
Como a principal fonte é, muitas vezes, a Internet, meio de informação pública, muita coisa é publicada sem informações de Copyright, fonte, autor etc.. Caso algum texto postado ou imagem não tenha sua devida informação ou indicação, será escrito autoria desconhecida. Caso souberem, por favor, deixe um comentário indicando o ou no texto, ou caso reconheçam algum conteúdo protegido pelas leis de direitos autorais, por favor, avisar para que se possa retirá-lo do blog ou dar-lhe os devidos créditos. Se forem utilizar qualquer texto postado aqui, por favor, deem os devidos créditos aos autores dos textos. Obrigada!
Mostrando postagens com marcador Erva-de-são-joão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Erva-de-são-joão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Erva-de-São-João, Erva-de-São-Jorge ou Hipérico

Nome científico

Hypericum perforatum L.

Sinonímia popular

Coraçãozinho, baba-de-boi-de-campina, hipérico, milfurada, pericão, hepericão.

Parte usada

Sumidades floridas secas, inteiras ou fragmentadas.

Propriedades terapêuticas

Ansiolítica, antiulcerogênica, antiviral, antibacteriana, cicatrizante.

Princípios ativos

Naftodiantronas, derivados da floroglucina, flavonoides e xanto-nas, procianidinas, óleo essencial .

Indicações terapêuticas

Astenia (cansaço), ansiedade, insônia, libido (desejo sexual).

Planeta

Sol

Elemento

Fogo

Uso mágico

Exorcismo, sonhos proféticos e afasta os pesadelos. Saúde, proteção, força, divinação de amor e felicidade.

1. Informações Complementares

É uma planta usada como antidepressivo leve, embora tenha outros efeitos interessantes.

clip_image001

a) Onde e como pode ser encontrada

Nas Farmácias tradicionais e nas Farmácias de manipulação, mediante receita, na forma de extrato seco padronizado. Uma forma mais concentrada e elaborada do produto, sendo mais caro e de efeito mais efetivo.

Também na forma de tintura feita com álcool de cereais. Boa de uso, exceto para diabéticos devido ao álcool contido na tintura.

Na forma de cápsulas contendo o produto na forma de pó. É menos concentrado e de efeito mais fraco. Produzida por alguns laboratórios especializados em flora medicinal.

Na forma de raiz em casas comerciais e casas de produtos naturais. Menos concentrada e que deve ser preparada segundo vários procedimentos sendo o mais comum, a fervura das raízes durante 2 a 3 minutos. Pode deixar de "molho" durante 24 horas na geladeira, em uma xícara coberta. No dia seguinte, aquece e toma o líquido. Em todos esses casos o produto deve ser bem lavado antes do uso.

Nas feiras livres e mercados sendo vendida por "folheiras", pessoas comuns com algum conhecimento empírico de uso do produto. Não recomendo essa prática por vários motivos e principalmente por se ignorar a origem da raiz, como e onde plantada, além do aspecto de higiene.

Atualmente existem fazendas plantando em escala comercial e da maneira correta. Algumas casas comerciais vendem a raiz em sacos grandes ou a retalhos. Geralmente de boa procedência e com a identificação correta da planta.

b) Uso medicinal

Melhora a astenia (cansaço), ansiedade, insônia e a libido (desejo sexual).Ansiolítica suave, também atua sobre a melatonina e como consequência melhora o sono do deprimido.

Tem ainda efeito antiulcerogênico, antiviral, antibacteriana, cicatrizante. Mas seu uso mais comum é como antidepressivo leve.

Tanto na forma de extrato seco ou de folha, pó e tintura, os melhores resultados começam a aparecer cerca de duas semanas do início do tratamento, tempo mínimo que levam para impregnar a área do cérebro onde atuam. Isso acontece também com os antidepressivos alopáticos ou químicos. Nenhum deles tem efeito imediato como se fosse um analgésico ou anestésico.

2. Erva pode neutralizar o tratamento contra a Aids (PARIS, 11 Fev (AFP)

Uma planta bastante comum, conhecida como "coraçãozinho" ou "baba-de-boi-de-campina" (hypericum perforatum), contra-ataca perigosamente o processo farmacológico dos tratamentos contra a Aids, ou dos medicamentos contra a rejeição, prescritos depois de transplantes cardíacos.

Além de efeitos antidepressivos, são atribuídas à erva diversas propriedades, entre elas a de funcionar como anti-inflamatório e adstringente. Segundo uma pesquisa publicada em dezembro passado pelo British Medical Journal, o "coraçãozinho" seria tão eficaz no tratamento de certas formas de depressão como a imipramina, um medicamento antidepressivo de utilização bastante usual na Europa. Dois cientistas publicaram cartas no último número da revista médica britânica The Lancet, a ser publicada no sábado, onde apontam os danos que podem ser provocados por esta erva, usada há pelo menos 2.400 anos pela Humanidade.

O doutor Stephen Piscitelli, do Instituto de Saúde de Bethesda (Estados Unidos), avaliou os efeitos negativos do "coraçãozinho" em relação ao indinavir, medicamento utilizado nas triterapias contra a Aids.

Seu estudo, realizado por razões éticas, com oito voluntários não-soropositivos, mostrou que a erva reduz consideravelmente a concentração de indinavir no sangue, o que poderia provocar nos doentes uma resistência aos antivirais e provocar o fracasso do tratamento. "É um erro considerar que os produtos à base de ervas são seguros porque não podem ter uma interação perigosa com outros medicamentos, e portanto é importante que os pacientes contem a seu médico toda utilização de produtos desse tipo", escreveu o doutor Piscitelli.

Na outra carta, o doutor Frank Ruschitzka, do Hospital Universitário de Zurique (Suíça), insiste nos riscos do uso do "coraçãozinho" nas pessoas que receberam transplantes cardíacos. Ruschitzka conta casos de rejeição aguda, ocorridos em pacientes transplantados que, além do tratamento contra a rejeição, tomavam também a erva para lutar contra leves depressões.

Como no caso precedente, os médicos suíços constataram que a erva fazia baixar a concentração da ciclosporina - o medicamento contra a rejeição que tomavam - no sangue. Os dois doentes tiveram que ser submetidos a um novo transplante. Depois destas operações, deixaram de consumir o "coraçãozinho" e ciclosporina voltou a se manter em seus organismos a níveis normais. Posteriormente, não foi constatada nenhuma outra reação de rejeição.

Cuidado

Efeitos colaterais: Nas doses prescritas são mínimos e raros. Pode provocar eritema (manchas vermelhas) em algumas pessoas de pele muito clara expostas aos raios ultravioletas do sol entre 10 e 16 horas.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Magia da Erva-de-São-João

Erva de São João.

A artemísia vulgaris é popularmente conhecida como Erva-de-São-João, Ertemigem, Erva-de-fogo e Flor-de-Diana. Muito utilizada para dar alívio aos pés cansados e doloridos ao ser usada em banhos para esta região do corpo.

Muitas pessoas usam a erva-de-são-joão como um antidepressivo natural.

Consulte um Fitoterapeuta para que ele possa analisar se essa erva é indicada para o seu caso.

Não se esqueça de que as ervas têm um princípio ativo assim como qualquer medicamento de farmácia, por isso não podem ser tomadas sem indicação de um especialista.

Em geral, depois que você começa a tomar a erva-de-são-joão, demora algumas semanas para que surjam os primeiros resultados, mas, para algumas pessoas, bastam algumas horas para que elas já comecem a se sentir melhor.

A erva-de-são-joão faz com que a pessoa se sinta pisando num terreno seguro e consiga olhar com mais objetividade para a própria vida.

Em alguns casos, no entanto, ela pode interferir nos trabalhos de magia, pois amortece um pouco os sentidos e torna mais difícil a percepção das energias.

A Erva-de-São-João vem sendo utilizada como planta medicinal desde os tempos da Grécia antiga.

Era utilizada principalmente para cicatrizar feridas, queimaduras e tratamento para úlceras externas por meio de infusão de flores de Erva-de-São-João em azeite de oliva.

Suas flores têm ação anti-inflamatória, anti-séptica, diurética e analgésica, entre outros relatos. Mais recentemente, a Erva-de-São-João tem sido largamente estudada e testada como tratamento alternativo para casos de depressão leves e moderados, ansiedade, insônia e outros problemas relativos ao sistema nervoso.

E não se esqueça:

Nunca tome nenhum medicamento ou erva sem consultar um médico!

fonte: Magia Zen