A bela e curativa EquináceaDados da pesquisa, realizada por cientistas da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostraram que a erva pode reduzir em até 58% as chances de se contrair uma gripe, por exemplo. A planta também diminuiu o tempo de duração de um resfriado em 1,4 dia.
Os autores concluíram ainda que, se ingerida preventivamente, a equinácea pode reduzir em até 65% a incidência de infecções virais.
A equinácea é realmente uma planta miraculosa, estimula e revitaliza o sistema imunitário ajudando o corpo a combater vírus e infecções, com a vantagem de ser compatível com antibióticos.

Conhecendo melhor a Equinácea purpurea
Nome científico: Echinacea purpurea L. Moench
Família: Asteraceae ( mesma família das margaridas ( mais de 20.000 espécies) bem-me-quer, gérbera, crisântemos, girassóis)
Origem: América do Norte
Nomes Populares: purpúrea, flor-de-cone, púrpura, rudbéquia. Igelkopf (alemão), echinacea (francês, ingles)
Propriedades Terapêuticas: Antibacteriana, antiviral, anti-inflamatória, antibiótico, imune estimulante, anti-séptica, depurativa, fortificante, anti-herpes, antimicrobiana e até afrodisíaca!
Parte Utilizada: raízes, rizoma.
O termo “equinácea” deriva do grego que significa ouriço caixeiro, devido ao aspecto do cone central da flor.
Habitat
A Equinacea angustifolia e a Equinacea purpurea são ambas cultivadas tanto na América do Norte como do Sul, Europa, Nova Zelândia, Austrália para fins terapêuticos.
Nas regiões centrais na América do Norte ainda se pode encontrar em estado selvagem correndo grandes riscos de extinção devido ao seu uso e abuso.
Existe ainda a Equinacea pallida também com propriedades medicinais, mas menos eficaz.
Podem atingir mais de um metro de altura.
Floresce durante os meses de Verão, sendo as suas flores muito atrativas para borboletas e insetos.

Utiliza-se tanto as flores como as raízes, sendo estas últimas mais eficazes deixando até um certo formiguamento na língua especialmente quando tomada sob a forma de tintura.
A equinácea é um purificador do sangue, sendo portanto utilizada para curar vários tipos de doenças como:
_ problemas cutâneos, frieiras, herpes, abcessos, acne e furúnculos, mas ainda dores de garganta, gripe, amigdalites, gengivas inflamadas, congestão nasal, rinite alérgica, sinusite, problemas respiratórios, tosse, bronquite, infecções urinárias e fúngicas, asma ligeira, mordeduras e picadas.
Os óleos voláteis ajudam a combater espasmos e a aliviar a dor.
A inulina (um tipo de açúcar) encontrada na raiz ajuda a restabelecer o equilíbrio das bactérias intestinais.

Para tratar problemas de infecções agudas:
A equinácia é mais eficaz em forma de tintura (tomar 20 a 30 gotas ou uma ou duas colheres de chá, diluídas em muito pouca água, três ou quatro vezes por dia). Esta tintura é geralmente feita a partir da raiz da planta, e pode encontrar-se à venda em qualquer farmácia do ramo.
As tinturas administradas a crianças têm de ser muito diluídas, não são aconselhadas a grávidas nem a pessoas com problemas gástricos.
Existe ainda a equinácia em forma de cápsulas, chá ou xaropes para combater dores de garganta e tosse.
Para uso externo
Existem pasta de dentes e pomadas à base de equinácea utilizadas como cicatrizante e desinfetante de feridas e cortes; também cremes de pele muito eficazes no combate a acne.

_ Não deve ser utilizadas por mulheres grávidas e que amamentam.
_ Usar cuidadosamente em portadores de Diabetes Mellitus pois Echinácea é muito rica em glicídeos, podendo alterar a glicemia;
_ Recomenda-se que o uso não ultrapasse oito semanas consecutivas.
_ Precaução com doentes que apresentam asma ou alergia à plantas da família da margarida (Asteraceae).
_ Não é recomendável sua administração a pacientes com doenças autoimunes, pois pode agravar essas condições;
_ AIDS (Síndrome da Imunodeficiência adquirida): a Echinacea purpurea causa aumento da liberação de Inter leucinas e fator de necrose tumoral, que aumentam a replicação do vírus HIV. Por isso é possível que sua administração na AIDS venha a causar mais malefícios que benefícios, o que leva a maioria dos autores a contra indica-la em infecção por HIV
_ Tuberculose: devido ao seu estímulo imunológico
_ Gravidez e amamentação.










